Uma boa avaliação não é um formulário genérico: ela descreve a missão real, no local real, com a aeronave e a equipe que efetivamente vão operar.
Descreva o cenário
Registre objetivo, local, data, horário, altura pretendida, aeronave, equipe, pessoas próximas, obstáculos, aeródromos, vias, imóveis e condições meteorológicas esperadas.
Identifique os perigos
- perda de enlace ou sinal de navegação;
- vento, rajadas, chuva ou visibilidade inadequada;
- falha de bateria, propulsão ou estrutura;
- entrada de pessoas ou veículos na área;
- obstáculos, cabos, antenas e edificações;
- conflito com aeronave tripulada;
- erro humano ou comunicação falha.
Classifique o risco
Para cada perigo, estime a probabilidade e a severidade das consequências. Use uma matriz consistente para separar riscos aceitáveis, toleráveis mediante controle e inaceitáveis.
Defina mitigações verificáveis
Prefira ações concretas: delimitar área, usar observador, reduzir altura, estabelecer limite de vento, criar ponto de pouso alternativo, realizar briefing e definir critérios claros para abortar.
Calcule o risco residual
Reavalie o perigo depois das mitigações. Se o risco continuar alto, mude o plano ou não realize a operação. Registre responsável, data de revisão e aceite operacional.
Crie documentos profissionais
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